Escola Municipal Hermenegildo B. de Oliveira
Série: 6º ano do vespertino – Aula: 20
Professor: Itamiram Alves (Iram)
Data: 13/11/2020
Carga horária: 03 horas
aulas
REPRESENTAÇÃO
DO ESPAÇO GEOGRÁFICO (mapas)
Surgimento e Importância da Cartografia
Existem diversas formas de se representar o espaço
geográfico, sejam por meio de desenhos artísticos, técnicos, fotografias,
mapas, etc. A ciência responsável pela representação gráfica do espaço geográfico,
tendo como produto final o mapa, é a Cartografia.
Mas por que se estudar Cartografia? É por conta dela, com a
ajuda de diversas áreas, principalmente da Geografia, que se consegue reunir e
analisar dados e medidas das diversas regiões da Terra e representar
graficamente em uma escala reduzida. A Geografia contribui muito na
Cartografia, no que se refere aos seus conhecimentos sobre o espaço geográfico,
tais como: conhecimento sobre a geomorfologia, a hidrografia, a organização
urbana e populacional, econômica, etc. Esses conhecimentos serão abordados mais
adiante. A representação do espaço geográfico em forma de mapas é mais antiga
do que a própria escrita, como vemos na figura abaixo, o mapa feito numa placa
de barro no ano de 2500 a.C. Mas o que seria um mapa? Para Raisz (1968), o mapa
é uma representação do que de melhor se conhece da superfície terrestre, vista
de cima. No estudo e na confecção de um mapa, devem ser considerados: escala,
sistema de projeções, convenções cartográficas (elementos representados por
símbolos), legenda para explicar o significado dos símbolos e um título para o
mapa.

Museu online de Topografia – UFRGS, 2010
Este é considerado um dos mapas mais antigos, datado de
2500 a.C., foi encontrado na região da Mesopotâmia. Representa o rio Eufrates e
acidentes geográficos adjacentes, sendo feito uma pequena estela de barro
cozido que cabe na palma da mão e que foi descoberta perto da cidade de Harran,
no nordeste do Iraque atual.
Escala
O mapa é uma representação reduzida da superfície
terrestre. Esta redução é feita através da escala cartográfica, que é a relação
entre o valor de uma distância medida sobre a superfície da Terra e o
comprimento medido no mapa, expressado pela seguinte expressão matemática:

No mapa existem dois principais tipos de escalas: a escala
numérica e a escala gráfica.
Escala Numérica: é posta em forma
de relação matemática.
Por exemplo: 1:1.000.000 ou 1/1.000.000, onde o número 1,
que fica no numerador, é a medida (em centímetros) a ser usada no mapa; e todo
número que aparece após os dois pontos ou a barra corresponde à medida (em
centímetros) a ser aplicada no terreno. No caso, 1 centímetro no mapa
corresponde a 1.000.000 de centímetros a serem medidos na superfície.
Escala Gráfica: representada por
uma régua graduada.

Tamanho da Escala
Para a representação da superfície através dos mapas é preciso
se fazerem reduções dos fenômenos a serem cartografados.
Por meio disto, existem 3 tamanhos de escala que
representam o grau de detalhamento dos fenômenos nos mapas: grande, média e
pequena. Em resumo, trata-se de uma questão da necessidade ou não da exigência
de detalhes. Um mapa com escala grande apresenta um alto grau de detalhamento
dos objetos/fenômenos a serem mapeados, ou seja, a representação gráfica dos
elementos da superfície chega próximo do real. Ex.: plantas de construção de
condomínios, plantas cadastrais de cidades; escalas menores que 1:25.000 No
mapa de escala média apresenta-se um grau de detalhamento regular do terreno,
no qual são utilizadas formas geométricas para representá-los. Ex.: Cartas
Topográficas; escalas entre 1:25.000 e 1:250.000
Contudo, se um mapa não apresentar um grau de detalhamento
razoável, ele é tido com um mapa de escala pequena. Esta escala é utilizada
quando se fazem representações generalizadas dos fenômenos desejados. Ex.:
Mapas de Estados, países e Mapa-Mundi; escalas maiores que 1:250.000.
Observe as figuras abaixo mostrando os diferentes níveis de análise em
suas escalas:

Para Oliveira (1993), o grande drama da Cartografia é o de
representar a superfície curva que a Terra possui para uma superfície plana,
que é o mapa. Então, um mapa-mundí tem a superfície da Terra toda alterada,
sendo, então, o globo terrestre a representação mais fiel que temos da
superfícia da Terra.
Segundo Tamdjian e Mendes (2005), o termo projeção deriva
dos processos e metodologias usados para a elaboração dos mapas, que são
baseados na utilização de uma fonte de luz dentro do globo terrestre. A
projeção dos paralelos, dos meridianos e de outras características geográficas
sobre uma superfície colocada ao lado do globo são ilustradas na figura abaixo.

TAMDJIAN
& MENDES, 2005
Porém, hoje, existem diversas formas de projeções servintes
para representação da Terra, algumas são mais utilizadas do que as outras:
cilíndrica, cônica e plana

LABTATE, 2011
Projeção Cilíndrica: a Linha do
Equador é a única coordenada que mantém a dimensão original; logo, as
localidades quanto mais próximas forem do Equador, menor será a distorção e
quanto mais afastada, as distorções são maiores.
Projeção Cônica: nesta projeção,
somente um dos hemisférios podem ser cartografados de cada vez; logo, os
terrenos mais próximos dos polos e do Equador apresentam maiores distorções.
Essa projeção é muito utilizada para mapear, por exemplo, a Europa e os EUA.
Projeção Plana: também é
conhecida com azimutal ou polar, tendo como características principais: o
centro do mapa pode ser localizado; logo, as localidades mais próximas do ponto
central estão representadas com maior fidelidade.
A projeção plana é aquela que mais tem caráter geopolítico,
pois permite a centralização de qualquer país.
Observa-se que não existe uma “projeção ideal” e, sim, a
projeção que melhor representa a área a ser cartografada.
Portanto cada projeção atenderá a uma determinada
necessidade, podendo ser esta a necessidade de mapear a forma dos objetos, a
distância entre localidades a serem percorridas ou a área específica a ser
retratada. Sendo assim, as projeções cartográficas são classificadas em:
Projeções conformes: ocorre a deformação de continentes e
países, não se preocupando com as áreas e as distâncias, cuja principal
preocupação é manter as mesmas formas dos continentes exatamente na latitude e
na longitude. As principais projeções são as de Mercator (1569) e Robinson
(1961), sendo elas cilíndricas.
Projeções Equivalentes: mantêm a proporcionalidade das áreas,
criando uma grande deformação dos ângulos das coordenadas e nas distâncias
reais. As principais projeções equivalentes são as de Gall (1855) e Peters
(1973), assim como a projeção confirma, a equivalente também é cilíndrica.
Projeções Equidistantes: se conservam as distâncias, porém
ocorrendo distorção nas áreas e nas formas dos continentes e países, servindo
para fins específicos tais como o mapeamento central de um país, assim como a
projeção plana.
Orientação no Espaço
A necessidade de localização e orientação no espaço
geográfico tornou-se e é uma das principais preocupações da sociedade. Quando
andamos em uma cidade em direção a um local onde nunca fomos, sempre procuramos
informações sobre as proximidades e os pontos de referências para se chegar ao
destino desejado. Porém, quando uma pessoa está em alto-mar ou no meio do
deserto, não existem pontos de referência para se localizar no espaço.
Ao longo da história da humanidade, foram desenvolvidas
diversas técnicas de localização e orientação. Foi percebido que o Sol, por
exemplo, nasce sempre no mesmo lado do horizonte e se põe do lado oposto. A
partir desta observação foram criadas as direções de E – Leste (onde o Sol
nasce ou oriental) e W – Oeste (onde o Sol se põe ou ocidental); logo depois,
difiniu-se o N – Norte (setentrional ou boreal) e o S – Sul (meridional ou
austral).
Definidas estas direções, foi criada a rosa-dos-ventos,
composta por um disco graduado de 0º a 360º, sendo dada uma volta completa no
horizonte (como o ponteiro de um relógio), com a finalidade de orientação com
ou sem pontos de referência, por exemplo. Nela estão registrados os pontos
cardeais (N, S, E e W), colaterais (NE, SE, SW e NW) e subcolaterais (NNE, ENE,
ESS E, SS E, SS W, WSW, WNW e NNW).

Rosa dos Ventos
Coordenadas Geográficas
Na tentativa de solucionar a questão da localização, foi
sendo desenvolvido, ao longo dos tempos, um conjunto de linhas imaginárias,
traçadas sobre a esfera da Terra nos sentidos Norte-Sul e Leste-Oeste, formando
um quadriculado a partir do cruzamento destas linhas, ou seja, uma rede
geográfica de localização com o objetivo de se ter a localização exata de
qualquer ponto na superfície.
Essas linhas imaginárias foram denominados de paralelos e
meridianos, sendo medidas em grau, minuto e segundo. (Ex.: Trópico de Câncer
23º 27’ N)
Paralelos: definem as
diferentes latitudes, são linhas que têm como parâmetro a Linha do Equador
(0º), partindo em 90º ao Norte e ao Sul, marcando a distância entre os polos.
Os paralelos delimitam, por exemplo, as zonas climáticas da Terra (zonas
quentes, temperadas e glaciais).

Meridianos: definem a
longitude, são linhas que têm como referência o Meridiano de Greenwich (0º),
partindo em 180º para Leste e para Oeste, convergindo para os polos norte e
sul. A interseção entre os meridianos e paralelos dá-se em um ângulo reto. É,
com base na localização dos meridianos, que foram criados os fusos horários,
sendo o meridiano de Greenwich a referência da hora mundial.

Movimentos da Terra
A Terra é um corpo celeste e está em constante movimento no
espaço, seja em torno do seu eixo polar, seja em torno do Sol a partir do plano
da ecliptica. Além destes dois movimentos, a Terra executa uma infinidade de
outros movimentos de longas durações, alguns deles conhecidos como ciclos de
Milancovitch.
Porém, para os estudos geográficos, existem dois principais
movimentos realizados pela Terra: o movimento de rotação e o movimento de
translação, sendo estes os movimentos que mais influenciam na vida humana.
Movimento de Rotação: é o movimento
executado em torno do seu eixo polar, levando, aproximadamente, 24 horas para
completar um giro de 360º, com direção W-E, fazendo com que o Sol tenha um
movimento aparente de L-W. Este movimento é o responsável pela contagem dos
dias e das noites. Porém a Terra possui uma inclinação no seu eixo, de 23º27’,
o que não permite que o Sol ilumine todos os lugares da Terra igualmente.


Movimento de Translação: é o movimento
realizado em torno do Sol, assim como os outros planetas do Sistema Solar,
percorrendo um percursso em forma de elipse, sendo este um movimento muito
importante para a Geografia no que tange a determinação das estações do ano.
Possui a duração de 365 dias e 6 horas, aproximadamente, com a Terra ficando
mais próxima do Sol (periélio) e mais distante (afélio). No intervalo de 4
anos, tem a ocorrência do ano bissexto, com 366 dias.
Com a combinação do movimento de translação e da inclinação
do eixo terrestre, ocorre a determinação da maneira e da intensidade que os
raios solares atingem a Terra, conhecidos como estações do ano. As estações do
ano estão diretamente relacionadas ao desenvolvimento das atividades humanas,
como a agricultura e como a pecuária. Além disso, determinam os tipos de
vegetação e clima de todas as regiões da Terra de acordo com a época do ano e a
localização na Terra. Quando no hemisfério Norte é inverno, no hemisfério Sul é
verão. Da mesma maneira, quando for primavera em um dos hemisférios, será
outono no outro.

Em diferentes épocas do ano, a Terra ocupará uma posição em
relação ao Sol que determinará os fenômenos conhecidos como Equinócio e
Solstício.
O Equinócio ocorre quando os raios solares incidem
perpendicular-mente sobre a linha do Equador, tendo o dia e a noite a mesma
duração na maior parte dos lugares da Terra; no hemisfério norte, ocorre o
equinócio de primavera e, no hemisfério sul, ocorre o equinócio de outono; no
dia 21 de março e no dia 23 de setembro, ocorre o contrário.
O Solstício ocorre quando os raios solares incidem
perpendicularmente sobre o trópico de Câncer, situado a 23o27’, no hemisfério
norte, ocorrendo o solstício de verão, nesse hemisfério, no período de 21 de
junho, sendo o dia mais longo e a noite mais curta do ano, que marcam o início
do verão. Enquanto isto, no hemisfério sul, acontece o solstício de inverno,
com a noite mais longa do ano, marcando o início da estação fria. No dia 21 de
dezembro, ocorre o fenômeno oposto.
Porém essas datas de ocorrência dos equinócios e dos
solstícios (estações do ano) não são fixas. Os fenômenos se iniciam,
verdadeiramente, quando a Terra e o Sol estão numa posição em que os raios
solares incidem perpendicularmente na linha do Equador (primavera e outono) ou
a um dos trópicos (verão e inverno).
Fusos Horários
Juntamente com preocupação da localização das pessoas, no
espaço geográfico, atentou-se, também, para situa-las no tempo. Em 1883, na
Conferência de Roma (Itália), optou-se por dividir a circunferência da Terra
(360º) em 24 fusos horários de 15º cada, os quais correspondem a cada hora
diária. No ano seguinte, na Conferência de Washington (EUA), cerca de 25 países
adotaram o meridiano de Greenwich como ponto zero, porque a maior parte dos
mapas da época (de origem inglesa) adotava esse meridiano. Por razões
político-administrativas, a linha do fuso horário não é uma “reta”.

Por conta da grande extensão territorial leste-oeste de
alguns países, é adotada uma hora legal que nem sempre corresponde exatamente
ao fuso em que está localizado. Por exemplo, a Rússia possui 12 horas
diferentes, o Canadá 8, os EUA adotam 6 horas diferentes e o Brasil possuia 4
horários distintos. Hoje, o Brasil possui 3 fusos horários.
A compreensão dos fusos horários é de extrema importância,
principalmente para as pessoas que realizam viagens, contato com pessoas,
relações comerciais com locais de fusos distintos dos seus, proporcionado,
portanto, o conhecimento de horários em diferentes partes do globo.
Para se calcular o horário de um local, primeiramente
deve-se observar em qual hemisfério ele se localiza. As localidades, a leste de
Greenwich, têm suas horas adicionadas e, a oeste de Greenwich, são reduzidas, e
depois divididas por 15º (equivalente a cada fuso horário). Se as localidades
estiverem em hemisférios diferentes, as longitudes são somadas e diminuídas,
quando estiverem no mesmo hemisfério.
Fusos Horários do Brasil
Pela extensa dimensão leste-oeste do território brasileiro,
o país possuía 4 fusos horários. Porém, de acordo com o projeto de lei
11.662/08, do Senador Tião Viana (PT/AC), aprovado no Congresso e sancionado
pelo presidente da República, se estabelecem apenas 3 fusos horários no Brasil.
Esse projeto determinou que o estado do Pará seguirá o fuso horário de Brasília
(hora oficial) e que o Acre estará incluído no 3° fuso brasileiro,
desaparecendo portanto o 4° fuso antes existente. Os fusos brasileiros são,
respectivamente,
(-2h de GMT / 30°W) – Arquipélago de Fernando de Noronha e Ilha da
Trindade
(-3h de GMT / 45°W) – Litoral do Brasil até o Distrito Federal
(Brasília), abrangendo os Estados interiores.
(-4h de GMT / 60°W) – Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas,
Rondônia, Roraima e Acre.

Horário de Verão
O Horário de Verão é a alteração do horário de uma região,
designado apenas durante uma determinada época do no, adiantando-se em geral
uma hora no fuso horário oficial local. O procedimento é adotado
costumeiramente durante o verão, quando os dias são mais longos, em função da
posição da Terra em relação ao Sol.
Contribui para reduzir o consumo de energia, mas a medida
tem maior funcionabilidade em regiões distantes da linha do equador, porque,
nesta estação do ano, os dias se tornam mais longos e as noites mais
curtas. Porém, nas regiões próximas ao equador, como a maior parte do Brasil,
os dias e as noites têm duração próxima da igualdade, ao longo do ano, e a
implantação do horário de verão, nesses locais, traz muito pouco ou nenhum
proveito. Contudo, seu maior efeito é diluir o horário de pico, evitando,
assim, uma sobrecarga do sistema energético.
Segundo a Divisão Serviço da Hora (DSHO, 2010), no Brasil,
o horário de verão foi adotado pela primeira vez em 01 de outubro de 1931,
através do decreto 20.466, abrangendo todo o território nacional. Porém houve
vários períodos em que este horário não foi adotado (entre 1969 e 1984). Desde
1985, o horário de verão é adotado anualmente. Nesse período, a abrangência,
inicialmente nacional, foi reduzida sucessivas vezes até que, em 2003, o
horário de verão passa a ser adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Desde 2008, o início ocorre, no terceiro domingo de outubro, e o final, no
terceiro domingo de fevereiro, exceto quando este coincide com o carnaval,
sendo, então, o horário prorrogado em uma semana.

Atividade – 20
Nome completo:_______________________________________
Série: 6º ano
Turma:_______ Data de entrega: 20/11/2020
Marque a opção correta
1) “São mapas que representam a produção do
espaço econômico, isto é, as atividades econômicas de uma determinada área, bem
como a distribuição de dados estatísticos, por exemplo: a receita financeira
dos estados brasileiros, o índice de População Economicamente Ativa (PEA) de
uma região etc.”
A
que tipo de mapa refere-se o fragmento acima?
a)
históricos
b)
políticos
c)
demográficos
d)
físicos
e)
econômicos
2) Ao analisarmos um mapa do Brasil que tem como
tema a Distribuição da População por estado, podemos verificar que a
concentração populacional nos estados da região Sudeste – como São Paulo e Rio
de Janeiro – é bem mais elevada que nos estados da região Norte – como Roraima
e Amapá.
Nesse
caso, que tipo de mapa é objeto de análise?
a)
físico
b)
histórico
c)
demográfico
d)
econômico
e)
político
3) Relacione os elementos do mapa às suas respectivas definições:
(1) Título
(2) Escala
(3) Legenda
(4) Orientação
( ) Relação matemática entre o espaço real e a representação do
espaço no mapa.
( ) Indica a direção e a localização por meio da rosa dos ventos
ou de um elemento que indica o norte.
( ) Indica o tema que será retratado no mapa.
( ) Representa o significado dos símbolos que aparecem no mapa.
Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta:
a) 2,1,4,3
b) 2,4,1,3
c) 4,2,1,3
d) 2,3,4,1
4) Para atingir o objetivo de
ler e interpretar mapas, o leitor necessita de identificar e analisar os elementos
de representação cartográfica. Entre esses, a escala cumpre um papel
importante, visto que é a partir dela que se tem
a) a localização de um fenômeno na superfície terrestre.
b) a apresentação da superfície esférica no plano.
c) os diferentes fusos horários no globo.
d) a identificação dos diferentes hemisférios terrestres.
e) o nível de detalhes das informações representadas.

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